segunda-feira, 16 de julho de 2012

# 9) Carta para alguém a quem gostavas de dizer ‘’tudo’’ mas tens medo

Olá, André!

Antes de começar a dizer o que quero realmente dizer, quero que saibas que isto não é fácil, nada mesmo... não sei se perdi o jeito para escrever textos ou ultimamente só tento escrever sobre coisas complicadas, mas como tentar não custa, vamos tentar...
Antes demais, obrigado... por me teres dado o privilégio de ter poder ter visto hoje durante sete horas.
Acho que se me perguntarem a que está a saber o meu Verão, direi que sabe a piscina oceânica, essencialmente. Eu não te ''conheço'', falei contigo duas vezes, mas a verdade é que desde que te vi senti que eras especial... que eras diferente... algo em ti fez com que te quisesse conhecer, com que quisesse falar contigo... a nossa primeira ''conversa'' foi especial... obrigado André, obrigado... soube-me bem, de verdade.
Confesso que nos últimos dias não me sais da cabeça, que fico feliz por te ver e que anseio por dia 23 com nervosismo, ansiedade e borboletas na barriga. Já correu mal uma vez mas ainda bem que não foi contigo, à segunda não vou deixar que isso aconteça. Afinal a confiança e serenidade ajudam-nos nos momentos mais difíceis... por agora, vou deixar o tempo passar, as coisas acontecerem, porque quando tiver que ser, será, contudo nós humanos não sabemos esperar, não aprendemos a fazê-lo ou não o fazemos da melhor da maneira, mas a verdade é que as coisas certas acontecem nas alturas certas e se forem forçadas, aí sim, serão tudo menos certas. Por agora que passem os dias, as horas e os segundos com calma e quando o momento chegar aí saberei o que fazer... saberei o que te dizer.

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