quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012



Sim, é hoje. É hoje o meu 16º aniversário. E não, não estás cá... e é por não estares cá que não sei se hei-de ficar triste ou hei-de ficar feliz, não me refiro a ficar feliz por não estares cá, óbvio que não, mas neste dia não me posso basear somente em ti. Tu sabes que se me perguntassem quais são as ''coisas'' mais importantes da minha vida, responderia: a minha família, tu, o nosso grande amor e os meus amigos. Sabes que se me dessem a escolher entre ti e os meus amigos, te escolheria a ti. Sim, tu não me conheces, nunca me viste, nunca estiveste comigo, mas nunca me desiludiste, então para quê valorizarmos um ''amigo'' que nos conhece, que nos vê e que já esteve connosco se essa pessoa pode ser na verdade uma pessoa má, falsa ou que nos desilude constantemente? Pois, essa mesma pessoa pode até fazer-nos chorar vezes sem conta, mas as lágrimas que caírem do nosso rosto por ela serão sempre lágrimas de tristeza, desilusão... e tu? tu fazes-me chorar de alegria, orgulho, saudade... já há 7 meses que não estás comigo, e a saudade aperta tanto... tanto, que todas as noites ao beijar a tua fotografia antes de dormir, vêm-me sempre lágrimas aos olhos... é o primeiro aniversário sem ti, o que me deixa mais triste é saber que para além das fotografias, da camisola, dos textos... não tenho nada que seja teu... e tu? Tu terás sempre uma parte de mim contigo. Quero chorar, agora choro, por estar finalmente a perceber a imensidão das saudades que tenho tuas... mas, e estes dias? Tenho feito de tudo para chorar e não consigo... será por saber que estás bem? que está tudo a correr pelo melhor? ou será que alguma coisa mudou? Não, nada mudou, se calhar não consigo chorar, porque ao longo destes 7 meses tenho-me tentado mentalizar que estás bem, e que tenho enchido a minha alma com esperança que um dia voltes ao palco que te mostrou o mundo, que te fez sorrir, chorar, que te fez perder, mas também ganhar, mas acima de tudo onde foste, sempre, sempre, sempre feliz... fico triste ao saber que para muitas pessoas que entram na catedral é como se tivesses morrido, quando para mim, ali, estás mais vivo e presente que nunca. Eu não sei Fábio, não sei o que hei-de fazer (sorrir ou chorar), o que hei-de sentir (felicidade ou tristeza), não sei... sei apenas que se estivesses aqui comigo, seria sem dúvida a melhor prenda de anos de sempre.


ps: (Quando tiver paciência, dou uns retoques), I love you.

3 comentários:

  1. Gosto muito do blog :)
    Sigo*

    Se queiseres visita também o meu: http://universodehistoriasdamarta.blogspot.com/

    ResponderEliminar